Era noite. Os olhares buscavam, numa atitude comum a todo recomeço, rostos conhecidos na vã esperança de garantir a segurança de não se sentirem sós. Cada um buscando um caminho para suas vidas que, naturalmente, não estavam explicadas a partir do senso comum e tampouco alienadas aos grilhões da existência espectadora que acomete a maioria dos mortais. Definitivamente, aqueles que ali estavam não eram, não são e não serão espectadores. Um novo caminho. Sim. Uma nova resposta a antigas perguntas.
Paulatinamente, foram tomando seus lugares da forma habitual nestes casos, e pouco a pouco aquele burburinho natural estava instalado no processo. Afinidades surgiam, conhecidos se encontravam ou reencontravam, desconhecidos se aproximavam ou se distanciavam e, mais uma vez, como era de se esperar, formavam-se pequenos grupos dentro da estrutura.
E o mais incrível (ou nem tão surpreendente assim)... Dentro das células menores, surgiam disparidades de ponto de vista, naturais à condição humana, que causavam também alinhamentos mais afinados de um lado, menos de outro...
Houve, outrossim, um momento em que um mediador se apresentou a estas pessoas, trazendo experiências, significados para os seus significantes e, na horizontalidade que se dá toda construção verdadeira de conhecimento, integraram-se.
Estava formada mais uma sala de aula, uma turma que irá contar e recontar histórias e, ao passo em que produz conhecimento, transformar-se-á com o processo educacional e seus liames. Quando tudo isto terminar, irão naturalmente lembrar-se mais de uns do que de outros. Terão construído amizades que durarão para sempre ou que se apagarão de suas lembranças com efêmera rapidez.
Somente não ficarão esquecidos (as), aqueles que de uma forma especial, os marcarem por contribuições em suas vidas, agregando saberes, vivências e lembranças deliciosamente belas, pois, são as suas diferenças que os torna humanos, e, dentre outras milhares de espécies de vida, dignos de serem os representantes máximos desse planeta.
Paulatinamente, foram tomando seus lugares da forma habitual nestes casos, e pouco a pouco aquele burburinho natural estava instalado no processo. Afinidades surgiam, conhecidos se encontravam ou reencontravam, desconhecidos se aproximavam ou se distanciavam e, mais uma vez, como era de se esperar, formavam-se pequenos grupos dentro da estrutura.
E o mais incrível (ou nem tão surpreendente assim)... Dentro das células menores, surgiam disparidades de ponto de vista, naturais à condição humana, que causavam também alinhamentos mais afinados de um lado, menos de outro...
Houve, outrossim, um momento em que um mediador se apresentou a estas pessoas, trazendo experiências, significados para os seus significantes e, na horizontalidade que se dá toda construção verdadeira de conhecimento, integraram-se.
Estava formada mais uma sala de aula, uma turma que irá contar e recontar histórias e, ao passo em que produz conhecimento, transformar-se-á com o processo educacional e seus liames. Quando tudo isto terminar, irão naturalmente lembrar-se mais de uns do que de outros. Terão construído amizades que durarão para sempre ou que se apagarão de suas lembranças com efêmera rapidez.
Somente não ficarão esquecidos (as), aqueles que de uma forma especial, os marcarem por contribuições em suas vidas, agregando saberes, vivências e lembranças deliciosamente belas, pois, são as suas diferenças que os torna humanos, e, dentre outras milhares de espécies de vida, dignos de serem os representantes máximos desse planeta.

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